25 de nov de 2016

[YouTube/ Divulgação]: Simone Pesci

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[Divulgação/Lançamento]: O Beijo da Serpente — de Ademilson Chaves

É um privilégio fazer parte de mais uma sensacional história escrita por amigo/autor que tanto admiro. A propósito, tive que tirar esses prints, antes mesmo da obra ser publicada em formato digital. SIM, é desta linda forma (em formato e-book), que os leitores vão adquirir EM BREVE: O Beijo da Serpente. Estou contando os segundos para que todos conheçam essa lindeza de enredo, escrito pelo Ademilson Chaves


(clique em cima das imagens para maior resolução)
 

 

Livro: O Beijo da Serpente 
Autor: Ademilson Chaves 
Gênero: Fantasia 
 Publicação independente - Formato Digital 
Lançamento: Amazon, Dezembro de 2016

24 de nov de 2016

Tenho medo de quem fala mal dos outros e pavor de quem elogia demais a si mesmo.

Eu encontrei esse artigo na rede e achei super interessante. Afinal, de lobo em pele de cordeiro eu já sou vacinada. Eis que não poderia deixar de postá-lo aqui, pois é exatamente desta forma que penso. Confiram:

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Deus nos livre de gente autorreferente. Eu, hein! Não gosto, não. Assumo. Desconfio de quem começa uma frase com a máxima “eu costumo dizer que…”, como quem tenta atribuir um valor enciclopédico a ideias repetidas, banais, verdades prontas e cansativas tungadas de todo canto. Não dá! Tal como os alérgicos a camarão e lactose, eu tenho alergia a pessoas afeitas a falar bem de si mesmas. 

Gente que não perde uma oportunidade de anunciar o quanto se preocupa com o outro, o quanto paga seus impostos corretamente, o quanto defende a liberdade, a igualdade e a fraternidade me dá coceira e me dá medo. Quem faz o que acha certo não precisa dizer o que faz. É só fazer e pronto! Quem diz maravilhas demais sobre si próprio me dá mais pavor do que quem fala horrores sobre os outros. Fujo de um tanto quanto do outro. 

Não, eu não estou defendendo a autoesculhambação sem medida. Não acho que todos os seres capazes de falar mal de si mesmos sejam poços de virtudes. Eu só tenho a impressão de que o autoelogio é um péssimo hábito. Puro e simples cabotinismo, jeito rasteiro de chamar a atenção: puxando o próprio saco. Quem se presta a elogiar os próprios feitos tenta provar a seus interlocutores que eles estão diante de um dos melhores exemplares da espécie humana. E isso, cá entre nós, é masturbação com plateia. Patético! 

Não é por nada, não. A liberdade de expressão garante a qualquer um o direito de exaltar suas próprias maravilhas. Mas eu acho que gente boa de verdade prefere investir o seu tempo em coisas boas de verdade. Não em tagarelar por aí o quanto é especial. Amor próprio é bonito. Autopropaganda é exagero. 

Ninguém devia falar bem de si mesmo para provar isso ou aquilo. Se o sujeito é pessoa boa, basta ser o que é, uma pessoa boa, e deixar os outros concluírem o que quiserem. O que há de difícil nisso? 

E como cansa essa ladainha do “ó, eu acredito num mundo melhor… ó, eu choro quando vejo uma injustiça… ó, eu divido tudo o que tenho… ó, eu distribuo cestas básicas…”. Tudo isso para nada presta se não vier acompanhado de gestos práticos, atitudes e ações que dispensam o discurso. 

Quem é bom mesmo não precisa dizer, repetir, alardear. A gente sabe. O mundo se dá conta e agradece de seu jeito. Mesmo que ninguém vá lhe oferecer a chave da cidade, um título de cidadão honorário e outros gestos tão úteis quanto distribuir capas de chuva na seca nordestina. Quem faz uma coisa boa não o faz porque espera que alguém reconheça e lhe dedique uma estátua em praça pública. Faz porque acha que deve fazer. Ou não? 

Do mesmo jeito que ninguém precisa falar mal dos outros para dizer bem de si mesmo, ninguém carece mergulhar no autoelogio para provar o seu valor. Isso é chato, enfadonho, serve apenas para fazer a vida passar mais rápido. 

Você não me leve a mal. Mas eu acho que quem precisa tanto falar bem de si mesmo tem das duas uma: ou uma imensa ignorância ou uma tremenda culpa no cartório. Deus nos livre de um e de outro.

Artigo via: Conti outra

20 de nov de 2016

[Quote]: Redenção, Capítulo 3

Para quem ainda não sabe, esse é o terceiro livro que estou escrevendo (para conferir a sinopse não-oficial, clique AQUI). Porém, como estou passando por alguns probleminhas pessoais, além do desânimo ter batido com força, não dei continuidade ao enredo, estacionando a escrita no capítulo 21. De qualquer forma, deixarei aqui um trecho do capítulo 3, que leva como título: "Prazer, Sou Lúcifer". P.S: Texto sem revisão final. Capa provisória.


 Não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã preocupar-se-á consigo mesmo. A cada dia basta o seu mal. — citei a ela o Evangelho de Mateus 6,34. 

De início, ela fingiu não se importar com minha presença. Contudo, instantes depois, rebateu: 

 Sendo dia ou noite, com você ao meu lado, o mal nunca bastará.  desafiou-me com palavras. 

Não fiquei surpreso com sua resposta, pois era nítida sua aversão a mim. Gostei de presenciar sua coragem, numa esquina agitada qualquer, em plena madrugada, na maior cidade do Brasil. 

 O que você quer de mim?  perguntou encarando-me. 

Desta vez eu sabia que teria que ser mais maleável, caso quisesse ela por perto. Entretanto, não me contive com as palavras. 

 Não acho uma boa ideia uma dama como você sozinha, na calada da noite, à mercê de diabos mundanos.  ansiei por sua atenção. 

 Estar rodeada de diabos, mundanos ou não, parece que tornou-se minha sina.  declarou com tristeza no olhar. 

Fiquei meio perturbado com sua nítida tristeza. Logo, perguntei: 

 Não lhe agrada saber que está sob a proteção de Lúcifer?  desferi do meu sarcasmo. 

Ela deu um passo para trás, e fitando-me com receio, bradou: 

 Pelo que aprendi, Lúcifer nunca será a melhor companhia. No entanto, acho que preferia a proteção dele do que você ao meu lado. 

Sorri de canto. Na verdade, senti vontade de mostrar-lhe a minha verdadeira face, a mesma face que outrora perpetuava de forma assustadora perturbando a vida de muitos. 

 Cuidado com o que desejas... Às vezes o diabo pode atender ao seu chamado.  por mais uma vez usei do meu sarcasmo. 

 Bom, se ele atender ao meu chamado, agradecerei, pois terei a oportunidade de pedir para que ele o leve para bem longe de mim.  ela rebateu sem hesitar. 

Dei uma singela risada com suas últimas palavras. Ela sequer sabia o quão próxima do diabo estava. Eu queria tombar o seu castelo em rudes golpes; eu ansiava em fazer dela mais um de meus fiéis escravos. 

— E se eu lhe disser que sou Lúcifer, o seu súdito.  encarei-a dentro dos olhos. 

Ela gargalhou, para logo em seguida dizer: 

 Seria muito estranho saber que Lúcifer fica pelas ruas citando provérbios bíblicos. Aliás, sei que você se chama Lucius, e pela proximidade do nome e também pela maldade que cometeu com aquela outra garçonete, acredito que você tenha algum parentesco com ele.  disse, com os olhos arregalados. 

Era entorpecedor ter uma pobre alma mortal desafiando-me sem restrições. Em outra situação, ou seja, sem interesse algum, já teria agido de forma diferente, levando-a para o meu reino. Contudo, algo nela me enternecia, deixando-me de forma nada favorável, livrando-a de todo mal. 

 Parece que estou defronte a uma pedra preciosa, Santa e conhecedora da palavra. Será que não és mesmo uma virgem, ó doce Ágata?  incitei-a a continuar o nosso diálogo. 

Às vezes eu me deparava com humanos de pouca fé em minha existência. Era neste momento que eu os despertava de tamanho disparate. Aqueles envoltos num consenso blasfêmico, me deixava em perturbante delírio; uma convicção verdadeira e definida, que se enraizava com grande repulsa e também como manifesto de ódio. No entanto, ter aquela que me despertava total interesse tendo tão pouca fé em mim, era como um bálsamo. 

 Sou católica praticante desde sempre! Acredito em Deus com todo meu coração, e apesar de minhas falhas, tento andar sempre ao seu lado. Sobre minha vida pessoal ou sexual, não tenho nada a lhe dizer, pois isto não te interessa.  bradou com odiosidade. 

Eu estava entorpecido com sua bravura, e por um curto intervalo de tempo, tive que me deter. Em verdade, eu queria levar nosso diálogo para outra direção... Uma direção que ela tomaria com espanto. 

 Aí que você se engana, minha cara! Além do mais, acho um desperdício tanto apreço pelo Ser Divino Maior, pois como bem acabou de dizer, és propícia a falhas. Portanto, acho que o Inferno já pode preparar o seu trono, quem sabe não reinarás por lá? Satanás é um bom jogador e pode trazer-lhe para o outro lado. 

Indignada e ao mesmo tempo assustada, deu dois passos para trás, afastando-se. Tentei uma nova aproximação, porém, ela se desviou. 

 Você é um louco!  disse em alto e bom som. 

 Louco não, apenas realista com os fatos! Prazer, sou Lúcifer.  aproximei-me e segurei sua mão esquerda, erguendo-a e beijando-a com querer  Ou Lucius se preferir. A propósito, para os mais chegados sou Luc.  apresentei-me dizendo a verdade. 

E por um átimo de segundo, pensei que ela seria tão recíproca quanto eu, mostrando toda sua verdade, deixando-me numa estrada com destino certo, onde anjos e demônios buscam o seu lugar ao sol, pois por mais que o mal perdure em escuridão, existe aquela outra metade que anseia por uma fresta de luz. 

[Redenção, Capítulo 3]

16 de nov de 2016

[Pré-venda]: Por trás da seriedade — de Lilly Belmount

Começou a pré-venda de "Por trás da seriedade", da moréca Lilly Belmount. Eu preciso mesmo dizer que me apaixonei de cara por essa linda capa, título e sinopse? Lembrando que a capa foi feita por uma das capistas que mais amo, ou seja, a Marina Avila. Confira agora a sinopse do livro. Deixarei também abaixo o link para adquirir a obra. 


Sinopse: O que é um amor puro e verdadeiro? É ser sincero ao estar ao lado de quem se ama profundamente? É mudar por ele na esperança de tornar o seu mundo mais colorido? Amar é arriscar tudo para fazer alguém feliz. Jared e Cindy, com certeza, se amam. Mas será que isso é o bastante? Para descobrir, eles terão que ultrapassar muitos obstáculos. Juntos, eles descobrirão que estar ao lado de quem se ama pode ser uma grande aventura para se autodescobrir e que o amor tudo pode superar.



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